05
Dez 04

Paralised moments of my life
And i,useless, kept on walking
I thought some day it would be over
Never imagined it could last forever

,

Despite the pain, i still believed
Everlasting feeling, like death
As i walked on, i figured out
That sooner or later it had to be my fate
Hating myself through all my days

 ,

Fear, obssession, the final ressurection
Random thoughts, smiles, happiness
Easily poured into a glass, later broken
End the routes starting in me
Doomed i was,paying the price of being me
Oh, how i regret living to see
My soul, cracking, parting ways with the light

,

Monstruous tears.
Everlasting fears.

.

publicado por JayneMars às 12:02

4 comentários:
Hello cabrita. HOLA HOLA COMO TE LLAMAS? QUIERO SER COMO TU (bis) :P ehehehe ta bem, continuas a escrever, né? e prosa, n ha?eu curto. chegou o momento ZEN .. me vou* kiss
Guida a 12 de Dezembro de 2004 às 13:35

Boas, J.

Andei aqui a explorar o teu blog e a modos que os versos deste teu post lembraram-me destes. Não me perguntes porquê... Vou pô-lo aqui.


A Morning Poem

I woke early one morning,
The earth lay cool and still,
When suddenly a tiny bird,
Perched on my window sill,

He sang a song so lovely,
So carefree and so gay,
That slowly all my troubles,
Began to slip away,

He sang of far off places,
Of laughter and of fun,
It seemed his very trilling,
Brought up the morning sun.

I stirred beneath the covers,
Crept slowly out of bed,
Then gently shut the window,
And crushed his fucking head,

I'm not a morning person.


PSI20 a 6 de Dezembro de 2004 às 23:49

"kept on walking"...

keep walking assim é k tá bem...é dakele anuncio do whisky...eu vi logo k tu tinhas problemas c o alcool, aliás basta olhar pra ti...no outro dia tava eu a pensar para com os meus botoes...
"mas que grande alcoólatra aquela rapariga deve ser...akilo é pior k os russos...vodka ali parece suminho d laranja natural...é de penalti que as garrafas de gin morrem naquela goela"...

e depois continuei a fazer akilo k estava a fazer...

ora então um grande bem haja
insolente a 5 de Dezembro de 2004 às 23:24

perturbaçoes mentais, morte, liberdade, eu.
13 a 5 de Dezembro de 2004 às 22:31

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